Para desenvolver esta infografia escolhi uma reportagem da revista visão, na sua edição impressa, intitulada "Este País não é para a Raquel?" (http://visao.sapo.pt/este-pais-nao-e-para-raquel=f778686 - versão online). Esta reportagem levou-me a pensar na importância da gravidez na adolescência e assim, decidi fazer uma pesquisa sobre o tema na qual conseguisse obter dados tratáveis para o meu projeto. Durante a pesquisa descobri que Portugal é um dos países da Europa com mais gravidezes na adolescência. Desde logo, decidi que este seria sem dúvida o tema que iria tratar pela necessidade que há em alertar as jovens e os jovens para estes números alarmantes.
Desta forma, recorri a um relatório da Unicef no qual obti os dados numéricos. Com dados que pertenciam a vários países do mundo, decidi que realizaria dois gráficos - um do mundo e um da Europa - seguidos de um gráfico relativo a Portugal. A ideia da composição era passar de um universo mais lato para algo mais singulares - os portugueses, em primeiro são cidadãos do mundo, depois da Europa e só depois de Portugal.
Desta forma, recorri a dois elementos infográficos que considero essenciais:
- Mapa que permite aos leitores ter uma visão dimensional de onde as percentagens se concentram mais e por isso, de fácil leitura e compreensão. Neste elemento as cores representam a concentração da taxa como estão explicadas na legenda presente no mapa do mundo.
- Gráfico que mostra as idades em que se verificam mais gravidezes. Para este elemento usei como elemento de dimensão as imagens usadas muito para sinalética em sinais de trânsito e indicações de lavabos. Para representar as idades, decidi usar velas de aniversário que achei que seriam mais fáceis de compreender. As cores usadas no gráfico são as mais simples e presentes em temas como gravidez e bebés - o cor de rosa e o azul.
Em toda a minha composição optei por apenas usar duas fontes que achei bastante sóbrias, uma vez que o tema em questão é de cariz preocupante e sério, assim como a cor do fundo ser branca por isso mesmo e porque também facilita a leitura.
Experiências
Inicialmente, a minha composição estaria na horizontal porque achei mais fácil de ler uma vez que apenas era necessário fazer o movimento dos olhos da esquerda para a direita (ao contrário da situação vertical, que além de ser preciso fazer o movimento da esquerda para a direita também é necessário o movimento de cima para baixo). Por esse mesmo motivo decidi colocar a minha infografia na vertical, mas coloco aqui a minha primeira experiência. Outra situação era que para colocar esta imagem em tamanho real, aquele em que se consegue ler tudo sem problema, a infografia nunca caberia no espaço horizontal normal de uma página na internet. Daí ter decidido que também não resultaria numa situação editorial.
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